30 de dezembro de 2025 às 02:43
Retrospectiva Vagalume 2025: Os álbuns do ano
Trouxemos representantes de diferentes estilos e que tiveram grande impacto na indústria com alguns dos discos mais elogiados entre crítica e público
VEJA AQUI TODAS AS CATEGORIAS DA RETROSPECTIVA VAGALUME 2025!
Em 2025, o álbum voltou a ocupar um papel central, em um ano marcado por lançamentos que combinaram ambição artística e números impactantes nas plataformas de streaming.
Entre consagrações, retornos aguardados e surpresas criativas, alguns discos se destacaram não apenas pelos números, mas pela forma como ajudaram a definir os rumos da música pop, latina e brasileira ao longo do ano.
Veja os melhores álbuns de 2025 a seguir:
"Ego Death at a Bachelorette Party" -- Hayley Williams
No seu mais ousado trabalho solo até aqui, Hayley Williams aprofundou a veia confessional que já vinha explorando fora do Paramore.
"Ego Death at a Bachelorette Party" se constrói como um diário emocional fragmentado, misturando indie rock, folk experimental e eletrônica minimalista, em letras que abordam identidade, amadurecimento e as contradições da vida adulta.
O disco foi amplamente elogiado pela crítica internacional, que destacou a coragem artística da cantora ao se afastar de fórmulas comerciais e apostar em narrativas cruas e intimistas.
Comercialmente, o álbum teve um desempenho sólido, especialmente em plataformas de streaming e em vendas físicas de edições especiais, impulsionado por uma base fiel de fãs e por turnês intimistas bem-sucedidas.
"Ego Death at a Bachelorette Party" também apareceu em diversas listas de melhores do ano e rendeu indicações importantes em premiações alternativas e de música independente, consolidando Hayley como uma artista solo relevante além de sua trajetória em banda.
"Lux" -- Rosalía
Rosalía voltou em 2025 com "Lux", um álbum que reafirma sua habilidade de antecipar tendências e redefinir os limites do pop global.
Misturando flamenco, eletrônica de vanguarda, reggaeton experimental e referências da música clássica, o disco se destacou pela estética futurista e pelo conceito visual cuidadosamente elaborado.
A crítica celebrou "Lux" como mais um passo à frente na construção de uma obra autoral coerente, capaz de dialogar com o mainstream sem perder sofisticação.
O impacto comercial foi imediato: o álbum estreou no topo de paradas em diversos países e teve singles se destacando em playlists globais.
"Lux" também marcou presença forte em premiações internacionais, reforçando o status de Rosalía como uma das artistas mais influentes da música contemporânea.
"Mayhem" -- Lady Gaga
Em "Mayhem", Lady Gaga apostou no caos como conceito central, entregando um álbum que mescla pop industrial, dance music e referências do rock alternativo.
O disco foi interpretado como uma resposta artística ao cenário social e cultural turbulento da década, com letras que transitam entre o hedonismo e a crítica social. Porém, Lady Gaga não deixou o romantismo de lado nas faixas finais do álbum.
A recepção crítica foi majoritariamente positiva, destacando a energia crua do projeto e a disposição de Gaga em revisitar uma faceta mais antiga.
Nas paradas, "Mayhem" confirmou a força comercial da artista, com estreia expressiva e singles que rapidamente se tornaram hits globais, com destaque para "Abracadabra".
O álbum também recolocou Lady Gaga no centro das conversas sobre grandes performances ao vivo, impulsionando uma turnê grandiosa e garantindo indicações relevantes em premiações de peso, sobretudo nas categorias pop e dance.
"DeBÍ TiRAR MáS FOToS" -- Bad Bunny
Bad Bunny seguiu expandindo seu alcance artístico com "DeBÍ TiRAR MáS FOToS", um disco mais introspectivo e nostálgico, que reflete sobre fama, memória e identidade latina.
Musicalmente, o álbum passeia por reggaeton, trap, bachata e elementos de música alternativa, em uma abordagem menos imediatista e mais contemplativa.
A crítica destacou a maturidade do projeto e a habilidade do artista em equilibrar introspecção e apelo popular.
O desempenho comercial foi avassalador, com recordes de streaming logo na semana de estreia e forte presença nas paradas globais.
"DeBÍ TiRAR MáS FOToS" também dominou premiações latinas e internacionais, com destaque para o Grammy Latino de "Álbum Do Ano".
Tudo isso reafirmou Bad Bunny como um dos artistas mais importantes da música mundial na década.
"West End Girl" -- Lily Allen
Após um período afastada dos holofotes musicais, Lily Allen retornou com "West End Girl", um álbum que combina sarcasmo, vulnerabilidade e comentários sociais afiados.
Inspirado por experiências pessoais, incluindo a separação do ator David Harbour, o disco aposta em pop sofisticado, letras narrativas e arranjos elegantes.
A crítica recebeu o trabalho como um dos mais consistentes da carreira da cantora, elogiando sua escrita madura e bem-humorada.
Embora não tenha sido um fenômeno de massas, "West End Girl" teve desempenho respeitável nas paradas britânicas e forte aceitação em mercados europeus.
O álbum figurou em listas de melhores do ano e rendeu reconhecimento em premiações focadas em composição e performance vocal, consolidando o retorno artístico de Lily Allen.
"Dominguinho" -- João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê
Representando a força da música brasileira em 2025, "Dominguinho" uniu João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê em um projeto que celebra a música popular nordestina com frescor e sensibilidade.
O álbum mistura forró, MPB e elementos contemporâneos, apostando em arranjos orgânicos e letras afetivas que evocam cotidiano, encontros e memórias simples.
A crítica nacional destacou a química entre os artistas e a autenticidade do projeto.
O disco teve excelente desempenho nas plataformas digitais no Brasil, com faixas figurando entre as mais ouvidas do ano e presença constante em playlists editoriais.
"Dominguinho" também se destacou em premiações nacionais e internacionais, vencendo o Grammy Latino de "Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras" e o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria de "Álbum do Ano".
O disco foi celebrado como um dos lançamentos mais representativos da diversidade e da vitalidade da música brasileira em 2025.
PRÓXIMA CATEGORIA: O CLIPE DO ANO
CATEGORIA ANTERIOR: A IA NA MÚSICA
Em 2025, o álbum voltou a ocupar um papel central, em um ano marcado por lançamentos que combinaram ambição artística e números impactantes nas plataformas de streaming.
Entre consagrações, retornos aguardados e surpresas criativas, alguns discos se destacaram não apenas pelos números, mas pela forma como ajudaram a definir os rumos da música pop, latina e brasileira ao longo do ano.
Veja os melhores álbuns de 2025 a seguir:
"Ego Death at a Bachelorette Party" -- Hayley Williams
No seu mais ousado trabalho solo até aqui, Hayley Williams aprofundou a veia confessional que já vinha explorando fora do Paramore."Ego Death at a Bachelorette Party" se constrói como um diário emocional fragmentado, misturando indie rock, folk experimental e eletrônica minimalista, em letras que abordam identidade, amadurecimento e as contradições da vida adulta.
O disco foi amplamente elogiado pela crítica internacional, que destacou a coragem artística da cantora ao se afastar de fórmulas comerciais e apostar em narrativas cruas e intimistas.
Comercialmente, o álbum teve um desempenho sólido, especialmente em plataformas de streaming e em vendas físicas de edições especiais, impulsionado por uma base fiel de fãs e por turnês intimistas bem-sucedidas.
"Ego Death at a Bachelorette Party" também apareceu em diversas listas de melhores do ano e rendeu indicações importantes em premiações alternativas e de música independente, consolidando Hayley como uma artista solo relevante além de sua trajetória em banda.
"Lux" -- Rosalía
Rosalía voltou em 2025 com "Lux", um álbum que reafirma sua habilidade de antecipar tendências e redefinir os limites do pop global.Misturando flamenco, eletrônica de vanguarda, reggaeton experimental e referências da música clássica, o disco se destacou pela estética futurista e pelo conceito visual cuidadosamente elaborado.
A crítica celebrou "Lux" como mais um passo à frente na construção de uma obra autoral coerente, capaz de dialogar com o mainstream sem perder sofisticação.
O impacto comercial foi imediato: o álbum estreou no topo de paradas em diversos países e teve singles se destacando em playlists globais.
"Lux" também marcou presença forte em premiações internacionais, reforçando o status de Rosalía como uma das artistas mais influentes da música contemporânea.
"Mayhem" -- Lady Gaga
Em "Mayhem", Lady Gaga apostou no caos como conceito central, entregando um álbum que mescla pop industrial, dance music e referências do rock alternativo.O disco foi interpretado como uma resposta artística ao cenário social e cultural turbulento da década, com letras que transitam entre o hedonismo e a crítica social. Porém, Lady Gaga não deixou o romantismo de lado nas faixas finais do álbum.
A recepção crítica foi majoritariamente positiva, destacando a energia crua do projeto e a disposição de Gaga em revisitar uma faceta mais antiga.
Nas paradas, "Mayhem" confirmou a força comercial da artista, com estreia expressiva e singles que rapidamente se tornaram hits globais, com destaque para "Abracadabra".
O álbum também recolocou Lady Gaga no centro das conversas sobre grandes performances ao vivo, impulsionando uma turnê grandiosa e garantindo indicações relevantes em premiações de peso, sobretudo nas categorias pop e dance.
"DeBÍ TiRAR MáS FOToS" -- Bad Bunny
Bad Bunny seguiu expandindo seu alcance artístico com "DeBÍ TiRAR MáS FOToS", um disco mais introspectivo e nostálgico, que reflete sobre fama, memória e identidade latina.Musicalmente, o álbum passeia por reggaeton, trap, bachata e elementos de música alternativa, em uma abordagem menos imediatista e mais contemplativa.
A crítica destacou a maturidade do projeto e a habilidade do artista em equilibrar introspecção e apelo popular.
O desempenho comercial foi avassalador, com recordes de streaming logo na semana de estreia e forte presença nas paradas globais.
"DeBÍ TiRAR MáS FOToS" também dominou premiações latinas e internacionais, com destaque para o Grammy Latino de "Álbum Do Ano".
Tudo isso reafirmou Bad Bunny como um dos artistas mais importantes da música mundial na década.
"West End Girl" -- Lily Allen
Após um período afastada dos holofotes musicais, Lily Allen retornou com "West End Girl", um álbum que combina sarcasmo, vulnerabilidade e comentários sociais afiados.Inspirado por experiências pessoais, incluindo a separação do ator David Harbour, o disco aposta em pop sofisticado, letras narrativas e arranjos elegantes.
A crítica recebeu o trabalho como um dos mais consistentes da carreira da cantora, elogiando sua escrita madura e bem-humorada.
Embora não tenha sido um fenômeno de massas, "West End Girl" teve desempenho respeitável nas paradas britânicas e forte aceitação em mercados europeus.
O álbum figurou em listas de melhores do ano e rendeu reconhecimento em premiações focadas em composição e performance vocal, consolidando o retorno artístico de Lily Allen.
"Dominguinho" -- João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê
Representando a força da música brasileira em 2025, "Dominguinho" uniu João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê em um projeto que celebra a música popular nordestina com frescor e sensibilidade.O álbum mistura forró, MPB e elementos contemporâneos, apostando em arranjos orgânicos e letras afetivas que evocam cotidiano, encontros e memórias simples.
A crítica nacional destacou a química entre os artistas e a autenticidade do projeto.
O disco teve excelente desempenho nas plataformas digitais no Brasil, com faixas figurando entre as mais ouvidas do ano e presença constante em playlists editoriais.
"Dominguinho" também se destacou em premiações nacionais e internacionais, vencendo o Grammy Latino de "Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras" e o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria de "Álbum do Ano".
O disco foi celebrado como um dos lançamentos mais representativos da diversidade e da vitalidade da música brasileira em 2025.
PRÓXIMA CATEGORIA: O CLIPE DO ANO
CATEGORIA ANTERIOR: A IA NA MÚSICA
Fonte: Vagalume