07 de fevereiro de 2026 Ã s 02:30
My Chemical Romance prova que o emo nunca foi só uma fase em show em São Paulo
Banda fez sua segunda apresentação no Allianz Parque, nesta sexta-feira (6), pela turnê "The Black Parade 2026"

O My Chemical Romance trouxe a nostalgia dos anos 2000 de volta aos palcos do Allianz Parque, em São Paulo, ao encerrar a turnê The Black Parade 2026 no Brasil, nesta sexta-feira (6).
A banda liderada por Gerard Way apresentou um setlist de 24 músicas, mantendo o formato dos dois shows anteriores, que divide o espetáculo em dois atos: "The Black Parade" e "My Chemical Romance". A estrutura fez o público cantar em coro os grandes sucessos e confirmou que o emo rock não foi apenas uma fase. Muito pelo contrário, atravessou gerações e conquistou também fãs que provavelmente nem eram nascidos quando o grupo lançou seu álbum de estreia, em 2002.
A noite começou com o The Hives, que subiu ao palco às 19h20 levando seu rock de garagem a uma plateia ainda pouco familiarizada com o som dos suecos, mas que rapidamente se rendeu à energia caótica da banda, especialmente em hits como "Hate To Say I Told You So" e "Tick Tick Boom. Carismático, o frontman Pelle Almqvist falou exclusivamente em português com os "paulistas", como se referiu ao público, e avisou: "não há silêncio no show do The Hives", colocando todo mundo para dançar.
Em seguida, foi a vez do My Chemical Romance assumir o palco para sua segunda noite como headliner no Allianz Parque. De volta à capital paulista após 18 anos -- como lembrou Gerard Way --, a plateia revelou um encontro entre gerações X, millennials e a geração Z, evidenciando o caráter atemporal do som da banda.
O clima teatral e dramático, marca registrada do grupo, se instaurou logo na abertura com "The End." e "Dead!", seguidas por "This Is How I Disappear" e "The Sharpest Lives".
Esse não é um show feito para agradar a todos, nem precisa ser. O espetáculo do My Chemical Romance mostra que a entrega, conexão emocional e abertura para o exagero teatral sempre foi parte essencial da identidade da banda. Quem não se identifica com esse tipo de sonoridade intensa, estética dramática e narrativa performática provavelmente não encontrará ali seu lugar, mas para os fãs, cada ato, gesto, frase e nota fazem parte de uma experiência difÃcil de ser traduzida. E, pelo que vimos, o Allianz Parque estava formado justamente por esse público, indenpendente da idade.
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A banda liderada por Gerard Way apresentou um setlist de 24 músicas, mantendo o formato dos dois shows anteriores, que divide o espetáculo em dois atos: "The Black Parade" e "My Chemical Romance". A estrutura fez o público cantar em coro os grandes sucessos e confirmou que o emo rock não foi apenas uma fase. Muito pelo contrário, atravessou gerações e conquistou também fãs que provavelmente nem eram nascidos quando o grupo lançou seu álbum de estreia, em 2002.
A noite começou com o The Hives, que subiu ao palco às 19h20 levando seu rock de garagem a uma plateia ainda pouco familiarizada com o som dos suecos, mas que rapidamente se rendeu à energia caótica da banda, especialmente em hits como "Hate To Say I Told You So" e "Tick Tick Boom. Carismático, o frontman Pelle Almqvist falou exclusivamente em português com os "paulistas", como se referiu ao público, e avisou: "não há silêncio no show do The Hives", colocando todo mundo para dançar.
Em seguida, foi a vez do My Chemical Romance assumir o palco para sua segunda noite como headliner no Allianz Parque. De volta à capital paulista após 18 anos -- como lembrou Gerard Way --, a plateia revelou um encontro entre gerações X, millennials e a geração Z, evidenciando o caráter atemporal do som da banda.
O clima teatral e dramático, marca registrada do grupo, se instaurou logo na abertura com "The End." e "Dead!", seguidas por "This Is How I Disappear" e "The Sharpest Lives".
Esse não é um show feito para agradar a todos, nem precisa ser. O espetáculo do My Chemical Romance mostra que a entrega, conexão emocional e abertura para o exagero teatral sempre foi parte essencial da identidade da banda. Quem não se identifica com esse tipo de sonoridade intensa, estética dramática e narrativa performática provavelmente não encontrará ali seu lugar, mas para os fãs, cada ato, gesto, frase e nota fazem parte de uma experiência difÃcil de ser traduzida. E, pelo que vimos, o Allianz Parque estava formado justamente por esse público, indenpendente da idade.
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Fonte: Vagalume